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domingo, 24 de maio de 2009

Do me good!

O post fica ainda mais gostoso se for acompanhado da música Do me good - Amy Winehouse

Observei-a embalando ao som da música lenta e envolvente. Ela saiu do banho com os cabelos longos e molhados, enxugando-os com a toalha, como se não tivesse compromisso com o tempo. Como se eu não estivesse ali. Era bem resolvida de todas as formas. Uma mulher que encanta conforme a conhecemos. Educada, inteligentíssima, linda e sensual... Nossa! como a beleza dela me cegava! Sempre tentei deixá-la passar despercebida, mas nunca consegui. Aqueles cabelos volumosos e compridos que enquanto ela secava se olhando para o espelho, batia o reflexo do sol em seus olhos cor de mel e deixando à mostra aquelas curvas dos deuses. Não era como nenhuma daquelas mulheres de revistas, mas tinha um ar tão encantador e sensual que poderia seduzir qualquer um. Qualquer!



Enfim me olhou, ainda dançando. Ela também me desejava. Seu quadril embalava lentamente, enquanto seus olhos fechavam, seus cabelos passeavam pelo rosto e seus pés ritmavam a dança, que eu não sei qual é, mas me fazia entrar na onda da música e desejar aquela mulher cada vez mais. Tirei meu casaco, me apoiei na cama com os cotovelos, para olhá-la confortavelmente. Meu tempo parou junto com o dela. Nossos relógios não tinham hora para girar.



Uma gota ainda do banho quente que ela acabara de tomar, escorria pela sua pele, passeou pelos seus seios firmes, parou no bico rosado, duro... E continuou a descer. Minha pele é que ficava arrepiada só de olhar. Meu mastro já estava de pé, meu corpo implorando por meu objeto de desejo e meus pés dançavam a música daquele ambiente tão aconchegante. Eu queria mostrar a ela que eu poderia ir além da nossa imaginação, que eu abraçaria ela e pararia o mundo para sentir aquele corpo.E sem falar uma palavra, o fiz.



Talvez ela tenha escutado meus pensamentos, afinal, aquele momento era somente nosso. Puxei-a pelo quadril, ela sorriu linda, como sempre. Empurrei o corpo dela para baixo, ela se ajoelhou e ficou de frente para mim. Coloquei minha mão na sua nuca, enquanto a outra passeava por aquele corpo cheio de curvas. Dei-lhe um beijo cheio de tesão. Um beijo que esperei naquela manhã, ou tarde, não sei... O tempo definitivamente não importava. Meus beijos foram descendo, beijei-a no queixo, no colo, os seios... Ah, os seios...



Beijei com vontade, mordisquei, chupei-os. Ela fechava os olhos e sentia nossa dança. Segurei-a no colo e a coloquei na cama. Ela se entregou, deixando nosso prazer explodir a qualquer momento. Desci para seu sexo e minha língua passeou ritmada com a música, deixando ela se contorcer nesse espetáculo musical. Fechei os olhos e deixei meu corpo fazer o que tinha vontade. Ela, ainda trêmula, se ajoelhou e caiu de boca no meu mastro. Movimentos de vaivém com uma desenvoltura invejável, uma boca de anjo, um corpo de mulher, uma vontade de animal...



Segurei-a pelos cabelos e não deixando terminar de me sugar, coloquei-a deitada e entrei no paraíso. Ela gemia de prazer, de dor e de tudo o mais que nem ela e nem eu sabíamos. A música mudou. O ritmo também. Nós suávamos e deixávamos escorrer nosso suor por aquela cama, que fora cúmplice de tudo aquilo que acontecia. Mudamos de posições até que ela ficou em cima de mim. Com aqueles olhos e aquele corpo quente, apertado, não pude me conter, ela previu e relaxou também, fazendo com que gozássemos juntos e derramássemos nosso prazer. Gozamos forte, compassados. Ela me abraçou e disse uma frase em meu ouvido que jamais esquecerei. Ela é A mulher.



Ludmila Roumillac.

Para falar com a Lud:
lud.roumillac@sexonapontadalingua.com

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Contos, desejos e fantasias...


Essa é a Ludmilla do blog Amarelinha, uma excelente escritora quando falamos em contos. A partir de hoje ela escreverá para nós as estórias mais ousadas e criativas.
Tenho certeza que vocês vão amar.
A Ludmilla tem 18 anos, é carioca e faz serviço social na Universidade Federal Fluminense. Apesar da pouca idade, Ludmilla escreve com muito erotismo e sensualidade.
O objetivo dela é deixar vocês, leitores e leitoras, com muita água na boca e com a imaginação aflorada.
Beijão e sucesso a todos!!!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Forasteiro PARTE I


Sabe quando todo mundo te adora (ou te odeia) e quer de qualquer jeito arrumar um namorado pra você? Porque está sozinha desde o último relacionamento, já não é tão nova, levando em consideração que já tem 35, pra conhecer alguém e namorar, 36, pra decidir casar 37, pra ter filhos 38, e blá blá blá. Não sei se sou eu que fico chorando minhas pitangas pra todo mundo ou se faço cara de paisagem quando vejo um casal, o fato é que agora todo mundo quer me ver com alguém, independente de quem seja. Já me arrumaram o amigo legal, mas feio, o amigo lindo, mas burro, o amigo bonito e inteligente, mas egocêntrico. Pra falar a verdade eu já estava ficando de saco cheio daquilo, porque todo homem com mais de 1,80, que falasse português (mal e porcamente) e tivesse um pouco mais de 30 era o ideal pra mim, só que ninguém se importava com o que eu realmente queria.Mais uma noite, mais casais de amigos e mais um amigo que eu sinceramente já não sabia nem o que esperar, de tão toscos que tinham sido os anteriores. Mas como meu anjo da guarda não dorme, o carinha de última hora resolveu não aparecer, ponto pra mim, achei ótimo, poderia curtir ‘sozinha’ mais um embalo de sábado à noite.Foi então que ele me chamou atenção pela pele branca. Parecia algodão doce, bem branquinho. Como nunca o tinha visto por ali resolvi fazer uma sondagem com o garçom, que logo voltou com a notícia de que era um forasteiro. Não sei por que, mas aquela informação mexeu comigo. Elevou minha auto estima e fez meu termômetro de ego chegar às alturas.Fui ao toalete e na volta parei para pedir uma bebida, sem necessidade, claro, já que a minha havia ficado na mesa. Safadamente deixei meu seio esbarrar no braço dele quando me virei, só pra ver se dava liga. E não é que deu. Senti coisas estranhas mexendo na minha barriga, deveriam ser as tais borboletas que voam quando a gente se apaixona. Só que eu não estava apaixonada, logo, era tesão puro.- Desculpa – eu disse sorrindo e saindo.- Desculpa nada, acha que vai sair assim sem ao menos se apresentar?- De jeito nenhum então. Oi, sou a Hanna, e você?- Márcio, prazer.- Prazer não, satisfação, o prazer vem depois, bem mais tarde.Ambos sorrimos, e ele meio sem jeito me convidou pra sentar a seu lado.Conversamos muito, e pude perceber que ele é um cara legal, bonzinho quando quer, mas não tão mal assim e safado na medida certa. Gosta de ter seus momentos sozinho, por isso estava ali, bebendo quieto. Foi então que, fazendo charminho, fiz menção de levantar e ele segurou meu braço:- Gosto de ficar sozinho, mas bem acompanhado é muito melhor.Lá pelas tantas e depois de muita conversa, convidei Márcio para uma volta, mostrar a cidade, já que estava ali por conta de um problema na escala ou conexão de seu vôo de volta pra casa. Depois de muito rodar acabamos parando em uma praça, não muito movimentada, pouca luz e nenhum barulho. Coloquei um cd pra tocar e descemos do carro.Conversamos sobre preferências em relação ao sexo oposto, e foi quando ele disse que gostava de mulheres encorpadas como eu, que as magrinhas não faziam seu estilo. Aquilo me deu mais vontade de deitar em cima dele e fazer sei lá o que, mas me contive.De novo, sem querer, mas já querendo, esbarrei novamente em seu braço, só que agora Márcio não se fez de rogado, e me agarrou ali, no meio da pracinha, e confesso, seus beijos eram deliciosos, quentes e voluptuosos. Melhor ainda era sentir sua mão percorrendo meu corpo, como que querendo me conhecer mais.Quando percebi, já estávamos praticamente pelados no meio da praça. Parei, respirei fundo e tomada de um súbito senso de responsabilidade, lhe disse:- Márcio, estou velha demais pra ser presa por pedofilia. Que tal irmos pra um lugar mais tranqüilo e reservado?[continua...]
O restante está no blog "Contos e Encantos". Vale a pena, viu! Bem bacana!
Conto enviado por:
Beijos e até o próximo post....
SUCESSO!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Espatódea. Por Ludmila Roumillac.


Eu era bem novinha e ainda morava com meus pais em uma casa de vidro na fazenda. Mas lá não tinha muito que fazer. Meus pais prometiam que sairíamos do interior e que iríamos para a cidade grande, mas isso nunca aconteceu. Ficou só na palavra. E todos meus dias eram entediantes, eu já tinha 16 anos e era uma menina madura, pois, nunca tive com quem brincar, logo amadureci rápido e escolhi outros tipos de diversão, como pegar escondido no armário dos meus pais os filmes pornôs e assistir sozinha. Eles nunca sequer desconfiaram. Viviam trabalhando e eu... Divertindo-me! Até que meus dias mudaram, e para melhor... Chegou um homem para cultivar flores na fazenda, contratado pelo meu pai, que só gostava de ótimos profissionais e pagava com gosto. Mas o cara era tudo que eu não esperava. Era lindo! Parecia um modelo. Tinha um corpo todo rasgado com músculos que pediam para serem olhados, mas ao mesmo tempo proporcional ao seu corpo. Uma barriga de dar inveja a qualquer homem. Cabelos quase abóboras no sol com sardinhas por todo rosto e ombros e olhos que mais pareciam o lago mais azul de qualquer sonho que eu já pude imaginar. Para completar seus dentes eram grandes e fortes com um branco implacável e seu sorriso largo e sincero e ahhh, como eu poderia me esquecer... Suas covinhas! Ahhh, como eu adorava covinhas!Nossa, eu fiquei pasma. Como ele podia estar na minha casa cultivando flores? Ele devia estar nas telas, na tv, nas revistas e desfiles de moda... Mas na minha casa?!Pois bem, os dias foram passando e trocamos olhares intensos.Até AQUELA noite. Eu estava no meu quarto, que dava para ver tudo de lá de fora à noite com a luz acesa, exceto meu banheiro, e fui tomar banho antes do jantar, como de costume e quando saio, quem eu encontro lá fora me espiando? Ele. O cara que incrivelmente eu vejo doce até quando está todo suado no sol, usando uma pá que faz sobressaltar os músculos do seu braço e que planta dessa forma sublime a coisa mais delicada do mundo: flores!Era ele lá fora, me vendo enrolada na toalha, me olhando escondido atrás da árvore, provavelmente com medo que outro alguém o visse, porque eu mesma, vi e até resolvi provocar ainda mais.Deixei a toalha ainda molhada cair lentamente do meu corpo ao chão e abaixei para pegá-la, isso tudo de forma bem lenta e sensual, como meu fôlego. Coloquei a toalha em cima da cama e ainda de costas. Comecei a fingir que dançava, mas minha música e meu embalo era ele. Olhei para trás, como quem diz: "Eu sei que você está aí, vem me olhar de perto, vem!" E como um furacão ele chegou perto, quase encostando no vidro, sentou na grama e ficou de boca aberta, me olhando. Mais um pouco e ele iria salivar... Dei um sorriso safadinho e dei um beijo no vidro, que ficou embaçado devido à minha respiração.Comecei a virar de frente e fui me abaixando até encostar o bumbum no chão e assim fui alisando meus seios, apertando os biquinhos, deslizando a mão pela barriga e cheguei nela, onde ele tanto ansiava. Parei, olhei firme naqueles olhos hipnotizantes e vi que ele já estava tocando uma enquanto eu brincava e eu claro, adorei! Coloquei um dedinho na minha boca, que já estava cheia de saliva, sentei no chão de frente para ele, abri bem minhas pernas e coloquei o dedo nela. E ele ficando cada vez mais louco! Com os olhos fixos que nem piscavam olhando para mim e se divertindo também sozinho. Voltei minha mão à boca, mas dessa vez, molhei dois dedos com a maior vontade e enfiei nela, com intensidade. Num movimento de vaivém, nessa altura do campeonato já gemendo de prazer, me curvando e eis que vejo ele jorrando seu líquido no vidro, na minha frente. Não aguentando, minha respiração já forte, acelerando e parou, achei que ia explodir de sensações e que meu corpo não aguentaria, mas dei um grito abafado e gozei com ele e para ele. Me joguei no chão perdendo minhas forças .Aquele vidro e aquelas flores foram cúmplices do nosso "amor", pois aquele foi só o primeiro dia...Mas isso é assunto para o próximo post... Aguardem!
O restante está no blog http://www.milalegre.blogspot.com/.
Espero que tenha gostado...
Beijos e SUCESSO!
Quer ver seu texto aqui? Envie-o para contato@sexonapontadalingua.com e coloque no título do seu e-mail "contos, desejos e fantasias". Beijos e até a próxima!!!!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Relatos de um delicioso final de semana.

Sexta, eu estava exausto de uma longa semana e resolvi ir direto para casa depois do trabalho. Ainda no caminho para casa, recebi um telefonema da Morena. A Morena é uma amiga de longa data com a qual partilho uma amizade beeem colorida. Ela queria saber qual era a boa da noite e eu disse que ia para casa.

Morena - Como assim ‘tô indo pra casa’? O que vc fez com meu amigo?
Eu – Pois é, meu bem... Tô cansadão. Devo ficar em casa hoje.
Morena – Ah não, Léo! Pode tratar de animar! Pq a gente num sai?
Eu – Hoje eu vou ficar em casa mesmo. Preparar algum rango e ver um filme.
Morena – Mas logo hoje... que eu tô tão animada?
Eu – Hahaha! Então pq a gente não faz o seguinte: às 21h lá em casa, eu cozinho.
Morena – Ótimo! É assim que se fala!

Como adoro cozinhar, cheguei em casa e já fui à dispensa para saber oq iria preparar. Olhei um arroz arbóreo e uns cogumelos, procurei uma carne no freezer e estava decidido. Tomei uma ducha pra relaxar do dia de trabalho e vesti uma calça jeans rasgada (minha predileta) apenas, ficando sem camisa. Coloquei um pouco do perfume que ela adora e fui preparar o risoto. Passaram menos de 30 minutos e minha campainha tocou. Ela estava maravilhosa e quase tive vergonha de atendê-la sem camisa. Ela usava um vestidinho preto, curto e decotado, um salto alto e o cabelo preso num coque. Trouxe uma garrafa de vinho tinto e um sorriso nos lábios. ‘É só pra gente descontrair um pouquinho.’Entramos e joguei uma camisa de botão branca por cima e fomos à cozinha. Abri o vinho e conversamos enquanto terminava de preparar o risoto de cogumelos com filé. Comemos e conversamos um bocado. Depois passamos na sala pra pegar um filme e fomos pro puxadinho. Mal entramos e coloquei nossas taças na mesinha, ela veio por trás e começou a me acariciar as costas e beijar minha nuca (essas mulheres abusam do meu ponto fraco... rsrs). Virei de frente e nos beijamos. Acho que essa Morena tem o beijo mais gostoso que conheço. Num instante já estava sem a camisa. Ela me empurrou no sofá e sentou sobre mim. Não preciso mencionar que já estava completamente duro, certo? A pegação foi esquentando e subi o vestido dela, pra descobrir que a safada estava sem calcinha! Não resisti e tirei todo o vestido dela. Ela tentou se levantar e fiquei de pé, pegando ela no colo e jogando no sofá. Abri as pernas dela e cai de boca com vontade. Ah que delicia... Ela segurava meu cabelo controlando meu ‘acesso’ e dava ordens para eu seguir. Depois de alguns minutos ela puxou meu cabelo para trás e me beijou. ‘Pega a camisinha agora!’ Como um bom menino, obedeci e coloquei a camisinha. ‘Agora senta aí no sofá!’ E, novamente, fiz o que ela mandou. Ela deu um sorriso e disse ‘Bom garoto’ antes de sentar no meu cacete duro. A Morena cavalgou lentamente, me provocando do jeito que gosto e em seguida aumentou o ritmo ao seu bel prazer. Ela controlou o ritmo, mas já perdia um pouco do controle em quanto se excitava e molhava meu cacete. Saiu de cima de mim e mandou que eu comesse ela de quatro no sofá e assim o fiz. Segurei seu quadril e meti nela cada centímetro. Acelerei o ritmo e ela mandou ir mais devagar. Nesse momento dei um tapa na bunda dela, como ela adora, e mandei ela calar a boca acelerando mais o ritmo. Ela soltou um gemido com o tapa que me atiçou muito. O discurso já havia mudado de tonalidade, ela pedia agora ‘Vai, me come! Assim, vai!’ (Sempre gostei da espontaneidade dessa morena. Sempre nos divertimos muito juntos.) E assim foi até que ela gozasse soltando um gritinho e relaxando. Ela sentou-se então e falou ‘Tira essa camisinha que eu vou te fazer gozar agora’ e caiu de boca no meu caralho. E, com um delicioso boquete, gozei abundantemente na boca da morena.Depois da nossa ‘festinha’, tomamos uma ducha juntos e fomos ver o filme e terminar o vinho. Talvez tenha sido o vinho, talvez o cansaço da semana ou talvez tenha sido tudo. Só sei que no meio do filme já ouvia a morena respirando baixinho acolhida no meu peito num sono leve e em seguida dormi também.Acordei sábado de manhã com a morena ajoelhada na minha frente de boca no meu cacete, mas isso é história pra outro dia...

Gostou?
Quer mais???
O restante está na página do autor deste relato. www.oscontosdoleo.blogspot.com

Relato enviado por Léo ao sexonapontadalingua.

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Beijos e até a próxima!!!!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Contos, desejos e fantasias

Aqui você encontra os contos, os desejos e as fantasias mais quentes da internet. Tudo aquilo que pode libertar sua imaginação e seus instintos mais íntimos e profundos. Para ver seu conto aqui, envie-o para contato@sexonapontadalingua.com e coloque no título do e-mail “contos, desejos e fantasias” e nós entraremos em contato com você avisando sobre a publicação e a divulgação do seu blog neste espaço.

Att
Carolina Diniz e equipe